William Marrion Branham - O último Profeta

O Irmão William Branham nasceu em 6 de abril de 1909 numa cabana nas montanhas de Kentucky, sendo o primeiro dos nove filhos de Charles e Ella Branham. Seu pai era um lenhador, educando os seus filhos com dificuldades e em meio à pobreza. Desde sua tenra infância passou por experiências sobrenaturais, incluindo visões proféticas. Numa ocasião, durante sua adolescência, foi chamado por uma astróloga, que lhe contou que ele havia nascido sob um sinal especial, e lhe profetizou um importante ministério. Sua família não era religiosa; todavia ele conta ter tido um contato mínimo com a Cristandade durante sua infância. Converteu-se no final da década de 1920, quando posteriormente foi ordenado pastor batista em Jeffersonville. Quando, em determinado momento, os ministros começaram a reprovar-lhe dizendo que as visões que ele recebia e a voz que falava com ele não era Deus mas,o diabo. Durante este tempo o Ir. Branham teve muitas experiências com Deus e disse: “Como isso pode ser do diabo, amando o Senhor Jesus como eu O amo” Recebendo a comissão de um anjo do Senhor passou a preparar uma série de avivamentos em tendas, e presidiu encontros em uma loja maçônica, até ter condições de construir o seu templo em 1933. chamado “Tabernáculo Branham”. Depois deste período, aconteceram muitas experiências e visões proféticas, além de outros eventos sobrenaturais. Em 1936, o Ir. Branham foi convidado a pregar em uma convenção de igrejas da Unicidade Pentecostal, e recebeu convites para nelas integrar-se.

Quando jovem ele foi considerado “nervoso” porque desde jovem falava de suas visões e da voz que lhe falava como um vento, que lhe dizia: “Nunca beba, ou fume, ou polua o seu corpo. Haverá um trabalho para você fazer quando tornar-se mais velho”. Pouco depois de ser ordenado, ele estava batizando algumas pessoas em 11 de junho de 1933 no Rio Ohio perto de Jeffersonville, quando uma ardente e brilhante bola de fogo apareceu a cerca de não mais de 50 metros do solo, onde todos que estavam presentes ouviram uma voz que disse, “Como João Batista precursor a primeira vinda de Cristo, a sua mensagem precursará a sua segunda vinda!”.

Em Maio de 1946 enquanto orava e procurava de Deus uma resposta do ‘porque dos sinais e visões’ que o seguiam, um anjo lhe apareceu, dizendo: “Não temas. Eu sou um enviado da presença do Deus Altíssimo para lhe dizer que seu peculiar nascimento e sua vida estranha serviu para indicar que você tem uma mensagem a ser pregada às pessoas do Mundo. Se você for sincero na sua oração e fizer com que as pessoas creiam em ti, nada subsistirá diante da sua oração, nem mesmo o câncer. Você viajará por muitas partes da Terra e orará por reis, legisladores e muitos. Você irá pregar por multidões ao redor do mundo.” Ele recebeu uma comissão e dois sinais a saber, identificar a enfermidade das pessoas que tocasse e também discernir os pensamentos de seus corações), que o fez iniciar suas viagens ministeriais de evangelismo e cura pela fé.

Em junho de 1947, o Evening Sun, jornal de Jonesboro, Arkansas, noticiou que “residentes de pelo menos 25 estados e do México visitaram Jonesboro, desde que o Reverendo Branham abriu o encontro no campo em 1.º de Junho. O número total de presentes para os cultos perpassa a massa de 20.000″. Seu sucesso rápido colaborou para torná-lo ministro em vários países do mundo. De acordo com um historiador pentecostal, “Branham encheu os maiores estádios e salões de encontro do mundo. Em Durban, Africa do Sul em 1951 ele dirigiu encontros organizados pela Missão da Fé Apostólica, A Assembleia de Deus da África do Sul, a Igreja da Santidade Pentecostal e a Igreja do Evangelho Completo. Os encontros foram conduzidos em onze cidades, com um público somado de meio milhão de pessoas. No último dia dos encontros de Durban, ocorridos no autódromo de Greyville, um público estimado de 45.000 pessoas esteve presente, enquanto milhares assistiram os cultos do lado de fora dos portões. Como ele viajou ao redor do mundo, ele encontrou-se com muitas pessoas públicas, incluindo o Congressista Norte-Americano William D. Upshaw.

Um culto à noite no Tabernáculo Parque Maranata, localizado na sede de conferências da Missão da Fé Apostólica.

Esta foto surpreendente foi tirada do irmão William Branham em Houston, Texas, em janeiro de 1950, pelo Stúdio Douglas. Quando os fotógrafos, Sr. James Ayers e Sr. Theodore Kipperman, revelaram a fotografia, eles ficaram surpresos ao encontrarem a evidência de uma luz sobre a cabeça do Ir. Branham. Eles nunca tinham visto algo como isto antes e nenhum deles podia compreender a presença deste halo. No dia seguinte eles entraram em contato com o irmão Branham e outros integrantes do grupo. Foi então explicado a eles, que fotografias semelhantes a esta tinham sido tiradas antes, mas nunca tiveram a luz tão bem definida como nesta foto. O negativo foi levado a George J. Lacy, Examinador de Documentos Duvidosos, a fim de certificar se a luz sobre a cabeça do irmão Branham poderia ou não, ser o resultado de uma exposição inexata, revelada ou retocada. O Sr. Lacy concordou em examinar o negativo e depois dar a sua opinião sobre o assunto. No tempo determinado, quando ele havia completado seus exames e formado as suas conclusões, ele veio à sala de espera onde os membros do grupo Branham, repórteres e outros estavam esperando. Entrando na sala, ele perguntou qual deles era William Branham. O irmão Branham se levantou e identificou-se. O Sr. Lacy disse: “Rev. Branham, o senhor morrerá como qualquer outro mortal, mas enquanto existir uma civilização cristã, sua foto viverá”. Esta foto agora está registrada, uma fotografia de um ser sobrenatural. Uma cópia dela está exposta numa das galerias de Washington, D.C.

Em 18 de dezembro de 1965, William Branham e sua família retornavam a Jeffersonville, para os feriados de Natal. Em cerca de 5 quilômetros ao leste de Friona, Texas, o veículo do Ir. Branham foi surpreendido por outro veículo, vindo na contramão com um dos faróis desligados. Com o acidente, a esposa Meda e sua filha Sarah ficaram gravemente feridas. Após o acidente a Ir. Meda faleceu e foi ressucitada por uma oração feita pelo Ir. Branham, ainda consciente. Socorridos, eles foram removidos do carro e transportados até o Hospital de Friona, sendo depois levados ao Hospital de Amarillo, Texas e ao chegar no hopital todos que estavam lá ficaram curados mesmo os que estavam na U.T.I. Lá, o Ir. Branham sobreviveu por seis dias, morrendo na véspera de Natal, em 24 de dezembro de 1965, às 17:49h. Seu corpo foi levado à Jeffersonville, para o sepultamento.